quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Saúde: tomado em carga médica das crianças que sofrem do VIH/Sida em RDC

Certos nouveau-nés e certas crianças não são poupadas pandémie do VIH/Sida.

Em RD o Congo, as organizações não estatais operacionais no sector consideram cerca de do dez mil, o número de crianças vivo com o VIH/Sida. Certas crianças estão sob tratados aos medicamentos antirétroviraux.

Que consiste exactamente este tratamento?

Jeany Lungembo aborda o assunto com o Dr. Kitetele, consultor nacional sobre o VIH/Sida.

domingo, 9 de janeiro de 2011

O Negro, a Flor e o Rosário

Amigos da CACB, ontem assisti ao espetáculo: "O Negro, a Flor e o Rosário", no Espaço Cultural Tambor Mineiro, com a Trupe Negra, em Belo Horizonte. O espetáculo fica até fevereiro. Quem estiver na cidade ou passar por BH não deixe de assistir, é imperdível. A performance da Trupe emociona e o mestre Maurício Tizumba conduz o espetáculo com a alma. Aliás, Maurício Tizumba é um daqueles artistas que ainda precisa ser descoberto pelo grande público brasileiro. Trata-se de um artista completo: ator, músico, cantor e compositor que valoriza nossas raízes com seu rico e belíssimo trabalho.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

"Café com leite (água e azeite)". Documentário sobre o mito da democracia racial no Brasil

"Café com leite (água e azeite?)", 30 min., 2007
Direção, produção, roteiro: Guiomar Ramos
Co-produção: Tatu Filmes
Edição: Márcio Perez
"Café com leite" apresenta uma reflexão sobre o Mito da Democracia Racial no Brasil através de depoimentos dos professores da FFLCH-USP, Antonio Sérgio Guimarães, Kabengelê Munanga, a diretora do Geledés, Sueli Carneiro e o antropólogo Batista Félix.
Alunos da pós-graduação da FFLCH como Mácio Macedo e Uvanderson da Silva também participam do debate.
Os cineastas Jeferson De, Noel Carvalho e a atriz Zezé Motta
traçam comentários sobre a Democracia Racial.
O documentário apresenta ainda trechos de filmes adaptados da obra de Jorge Amado, como "Jubiabá" e "Tenda dos Milagres", de Nelson Pereira dos Santos e "Assalto ao trem pagador" de Roberto Farias e também imagens da luta do negro no Brasil através do arquivo de Abdias do Nascimento.
 
 
 
 

Roteiros Geográficos da cidade do Rio de Janeiro

Projeto de extensão da Universidade do Estado do Rio de Janeiro  
Roteiros a pé e grátis – com tempo chuvoso, roteiros cancelados

Inscrições grátis por: roteirosgeorio@uol.com.br
Twitter: @roteirosgeorio
Coordenação:  Prof. Dr. João Baptista Ferreira de Mello
Bolsistas: Ruan Rocha, Ricardo Brenelli, Renato Carvalho
Mestrandos Colaboradores: Profs. Ivo Venerotti;  Melissa Anjos e Olga Maíra Figueiredo - (integrantes do NeghaRIO – IGEOG – UERJ)
NeghaRIO – Núcleo de Estudos sobre Geografia Humanística, Artes e Cidade do Rio de Janeiro
Instituto de Geografia
UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Com o apoio institucional da
SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA
ROTEIROS:

Encontro: 19 de janeiro de 2011 – quarta-feira – 9 horas da manhã, em frente à Igreja de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, na rua Uruguaiana. Grátis e a pé 

Itinerário: Igreja das Irmandades Negras de Rosário e Benedito  (abrigou a Catedral de São Sebastião entre 1737 e 1808), templo no qual a Corte Portuguesa agradeceu a viagem bem sucedida em março de 1808 e, mais tarde, tornou-se sede da Câmara – Rua da Vala/Rua Uruguaiana (metrô do Rio de Janeiro) – Rua do Rosário – Igreja de Santa Cruz dos Militares (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1734 a 1737) – Rua 1º de Março – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, da Aclamação de Dom João VI  e do batizado de Isabel de Bourbon e Bragança (abrigou a Catedral de São Sebastião de 1808 a 1976) – Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano) – a requalificação da Rua da Quitanda – Rua São José – Lar go da Carioca – Esplanada de Sa nto Antônio – Catedr al Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro (sagrada ao final dos anos setenta) – Visitas nas referidas Catedrais de São Sebastião do Rio de Janeiro.


Encontro: 25 de janeiro de 2011 – terça-feira – 20 horas, no adro da Catedral Presbiteriana (Praça Tiradentes com Rua da Carioca).

Itinerário: Iluminados prédios da Catedral Evangélica do Rio de Janeiro e Real Gabinete Português de Leitura  – Centro Cultural Carioca – Igreja Nossa Senhora da Lampadosa e da última missa de Tiradentes em vida –Av. Passos – Território da “Daspu” – Praça Tiradentes dos teatros seculares e dos modernos hotéis – Rua da Constituição – Gomes Freire dos hotéis de alta rotatividade – Lavradio dos antiquários e casas de shows de iluminação mutante – Quarteirão Cultural e do Rio Scenarium – Esplanada de Santo Antonio – Largo Braguinha – Mem de Sá dos sobrados exuberantes,  samba de raiz, marchinhas, mambo, funk, rock, travestis  e mitológica malandragem que não mais existe– Seculares e simbólic os Arcos da Lapa – Rua Joaquim Silva – Escadaria Sela ron – Igreja Nossa Senhora do Carmo da Lapa – Sala Cecília Meireles.


Encontro: 26 de janeiro de 2011 – quarta-feira  – 20 horas nos degraus da Casa França Brasil.

Itinerário: Luminoso Centro Cultural Banco do Brasil – Alfândega/Casa França-Brasil do Rio Joanino –– Igreja Nossa Senhora da Candelária, Fonte de Luz e de Fé – Oiluminamento do Centro Cultural dos Correios – Rua Primeiro de Março – O foco de luz distante e permanente do Antigo Senado e da Catedral de Benedito e da Senhora do Rosário – O diálogo do Rio Colonial com a Cidade Maravilhosa – O Varandão do Centro Cultural da Justiça Eleitoral – Rua do Ouvidor, logradouro inicial da iluminação a gás e da energia elétrica no espaço coletivo Carioca, de Machado de Assis e Chiquinha Gonzaga, bem como dos primeiros acordes do Carnaval Carioca, das lutas pelo abolicionismo e a República e das Confeitarias e loja s elegantes – O brilho das estr elas Carmen e Aurora M iranda no sobrado da Travessa do Comércio – O iluminamento da antiga Catedral da Sé/Igreja do Carmo – De volta à claridade do Convento dos Carmelitas – Paço Imperial e da Luminar Isabel de Bourbon e Bragança – Os refletores sobre Tiradentes e ALERJ – Esplanada do Castelo – O brilho e o requinte dos antigos Ministérios da Fazenda, do MEC e a austeridade do Ministério do Trabalho – Luzia dos Santos e Geográficos olhares – A Academia Brasileira de Letras -  As novas Torres da Esplanada do Castelo – O Universo de extrema luminosidade da Cinelândia e seus Majestosos Prédios – A iluminância  do toporreabilitado  Theatro Municipal e da Biblioteca Nacional, o Boêmio Amarelinho, a Câmara dos Vereadores/Palácio Pedro Ernesto, o Centro Cultural da Justiça Federal, o eterno e resplandescente Cine Odeon – Metrô, uma sentinela luminosa a nos conduzir por lunares e ensolaradas Ge ografias.

Projeto- CongoKinshasa-cultura:O grupo Sabbala da justiça, laureado da 1a edição do Concurso de música “King of N' djili Town”

Grupo Sabbala da justiça, laureado da 1a edição do Concurso de música “King of N' Djili Town” Grupo Sabbala da justiça, laureado da 1a edição do Concurso de música “King of N' Djili Town” O grupo musical “Sabbala da justiça” ganhou, a quinta-feira 24 de Dezembro à Kinshasa, o grande preço do concurso “Kings fora djili Town”. Vai beneficiar de um contrato de produção de dois anos com a companhia teatral o De Kinshasa em mutação (K-Dirigir). Este grupo regista já um álbum intitulado “Um mais”. Dezoito grupos de rap da comuna djili não participou nesta competicão, iniciada por K-Dirigir. Os músicos de Sabbala da justiça mantêm-se com Jean Marco Matwaki: Direitos de autor reservado Rádios Okapi

Programa Rio Sem Homofobia faz Seleção Pública para preencher vagas na Capital e em Duque de Caxias




 
 
 
                       
  
Programa Rio Sem Homofobia faz Seleção Pública para preencher vagas na Capital e em Duque de Caxias


Estão abertas até às 19h da próxima terça-feira, 11/01, as inscrições para o Processo Seletivo Público Rio Sem Homofobia realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que tem por objetivo selecionar profissionais para promover a implantação, operacionalização, monitoramento e avaliação do Programa Rio Sem Homofobia, seus serviços e equipamentos. O Centro de Produção da Uerj (Cepuerj) é o organizador.

A Seleção Pública irá preencher vagas sob a forma de contrato de prestação de serviços pelo prazo de um ano, podendo ser renovado por mais um, para as funções de: Psicólogo, Assessor Jurídico, Assistente Social, Auxiliar de Serviços Gerais e Segurança, totalizando 26 vagas, que integrarão as equipes do Centro Metropolitano de Referência e Promoção da Cidadania LGBT, do Centro Regional de Referência e Promoção da Cidadania LGBT de Duque de Caxias e do Disque Cidadania LGBT.

O Processo Seletivo compreenderá etapas de análise de currículo, avaliação escrita e entrevista. Os vencimentos variam de R$ 550,00 para auxiliar de serviços gerais a R$ 1.904,00 para advogados, psicólogos e assistentes sociais. O número de vagas e a carga horária semanal variam de acordo com as funções e o local de trabalho escolhidos.

As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do Cepuerj – www.cepuerj.uerj.br. O valor da taxa de inscrição para os cargos que exigem ensino fundamental completo é de R$ 10, 00, para os cargos que exigem ensino médio completo é de R$ 20,00 e de R$ 30, 00 para os que exigem ensino superior completo.

Mais informações, acesse o edital da seleção, envie um e-mail para cepuerj@uerj.br ou telefone (21) 2334-0639.



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CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524, 1º andar, bloco A, sala 1.006
Maracanã - Rio de Janeiro - RJ
Atendimento de 9h às 18h
Informações - Tel: (21) 2334-0639

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Médicos cubanos no Haiti deixam o mundo envergonhado



 
Médicos cubanos no Haiti deixam o mundo envergonhado
Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente. Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, destroçado pelo terremoto e pela cólera. Enquanto isso, a ajuda prometida pelos EUA e outros países...O artigo é de Nina Lakhani, do The Independent
Nina Lakhani - The Independent
Eles são os verdadeiros heróis do desastre do terremoto no Haiti, a catástrofe humana na porta da América, a qual Barack Obama prometeu uma monumental missão humanitária dos EUA para aliviar. Esses heróis são da nação arqui-inimiga dos Estados Unidos, Cuba, cujos médicos e enfermeiros deixaram os esforços dos EUA envergonhados.

Uma brigada de 1.200 médicos cubanos está operando em todo o Haiti, rasgado por terremotos e infectado com cólera, como parte da missão médica internacional de Fidel Castro, que ganhou muitos amigos para o Estado socialista, mas pouco reconhecimento internacional.

Observadores do terremoto no Haiti poderiam ser perdoados por pensar operações de agências de ajuda internacional e por os deixarem sozinhos na luta contra a devastação que matou 250.000 pessoas e deixou cerca de 1,5 milhões de desabrigados. De fato, trabalhadores da saúde cubanos estão no Haiti desde 1998, quando um forte terremoto atingiu o país. E em meio a fanfarra e publicidade em torno da chegada de ajuda dos EUA e do Reino Unido, centenas de médicos, enfermeiros e terapeutas cubanos chegaram discretamente. A maioria dos países foi embora em dois meses, novamente deixando os cubanos e os Médicos Sem Fronteiras como os principais prestadores de cuidados para a ilha caribenha.

Números divulgados na semana passada mostram que o pessoal médico cubano, trabalhando em 40 centros em todo o Haiti, tem tratado mais de 30.000 doentes de cólera desde outubro. Eles são o maior contingente estrangeiro, tratando cerca de 40% de todos os doentes de cólera. Um outro grupo de médicos da brigada cubana Henry Reeve, uma equipe especializada em desastre e em emergência, chegou recentemente, deixando claro que o Haiti está se esforçando para lidar com a epidemia que já matou centenas de pessoas.

Desde 1998, Cuba treinou 550 médicos haitianos gratuitamente na Escola Latinoamericana de Medicina em Cuba (Elam), um dos programas médicos mais radicais do país. Outros 400 estão sendo treinados na escola, que oferece ensino gratuito - incluindo livros gratuitos e um pouco de dinheiro para gastar - para qualquer pessoa suficientemente qualificada e que não pode pagar para estudar Medicina em seu próprio país.

John Kirk é um professor de Estudos Latino-Americanos na Universidade Dalhousie, no Canadá, que pesquisa equipes médicas internacionais de Cuba. Ele disse: "A contribuição de Cuba, como ocorre agora no Haiti, é o maior segredo do mundo. Eles são pouco mencionados, mesmo fazendo muito do trabalho pesado.".

Esta tradição remonta a 1960, quando Cuba enviou um punhado de médicos para o Chile, atingido por um forte terremoto, seguido por uma equipe de 50 a Argélia em 1963. Isso foi apenas quatro anos depois da Revolução.

Os médicos itinerantes têm servido como uma arma extremamente útil da política externa e econômica do governo, gahando amigos e favores em todo o globo. O programa mais conhecido é a "Operação Milagre", que começou com os oftalmologistas tratando os portadores de catarata em aldeias pobres venezuelanos em troca de petróleo. Esta iniciativa tem restaurado a visão de 1,8 milhões de pessoas em 35 países, incluindo o de Mario Terán, o sargento boliviano que matou Che Guevara em 1967.

A Brigada Henry Reeve, rejeitada pelos norteamericanos após o furacão Katrina, foi a primeira equipe a chegar ao Paquistão após o terremoto de 2005, e a última a sair seis meses depois.

A Constituição de Cuba estabelece a obrigação de ajudar os países em pior situação, quando possível, mas a solidariedade internacional não é a única razão, segundo o professor Kirk. "Isso permite que os médicos cubanos, que são terrivelmente mal pagos, possam ganhar dinheiro extra no estrangeiro e aprender mais sobre as doenças e condições que apenas estudaram. É também uma obsessão de Fidel e ele ganha votos na ONU."

Um terço dos 75 mil médicos de Cuba, juntamente com 10.000 trabalhadores de saúde, estão atualmente trabalhando em 77 países pobres, incluindo El Salvador, Mali e Timor Leste. Isso ainda deixa um médico para cada 220 pessoas em casa, uma das mais altas taxas do mundo, em comparação com um para cada 370 na Inglaterra.

Onde quer que sejam convidados, os cubanos implementam o seu modelo de prevenção com foco global, visitando famílias em casa, com monitoração proativa de saúde materna e infantil. Isso produziu "resultados impressionantes" em partes de El Salvador, Honduras e Guatemala, e redução das taxas de mortalidade infantil e materna, redução de doenças infecciosas e deixando para trás uma melhor formação dos trabalhadores de saúde locais, de acordo com a pesquisa do professor Kirk.

A formação médica em Cuba dura seis anos - um ano mais do que no Reino Unido - após o qual todos trabalham após a graduação como um médico de família por três anos no mínimo. Trabalhando ao lado de uma enfermeira, o médico de família cuida de 150 a 200 famílias na comunidade em que vive.

Este modelo ajudou Cuba a alcançar alguns índices invejáveis de melhoria em saúde no mundo, apesar de gastar apenas $ 400 (£ 260) por pessoa no ano passado em comparação com $ 3.000 (£ 1.950) no Reino Unido e $ 7.500 (£ 4,900) nos EUA, de acordo com Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento.

A taxa de mortalidade infantil, um dos índices mais confiáveis da saúde de uma nação, é de 4,8 por mil nascidos vivos - comparável com a Grã-Bretanha e menor do que os EUA. Apenas 5% dos bebês nascem com baixo peso ao nascer, um fator crucial para a saúde a longo prazo, e a mortalidade materna é a mais baixa da América Latina, mostram os números da Organização Mundial de Saúde.

As policlínicas de Cuba, abertas 24 horas por dia para emergências e cuidados especializados, é um degrau a partir do médico de família. Cada uma prevê 15.000 a 35.000 pacientes por meio de um grupo de consultores em tempo integral, assim como os médicos de visita, garantindo que a maioria dos cuidados médicos são prestados na comunidade.

Imti Choonara, um pediatra de Derby, lidera uma delegação de profissionais de saúde internacionais, em oficinas anuais na terceira maior cidade de Cuba, Camagüey. "A saúde em Cuba é fenomenal, e a chave é o médico de família, que é muito mais pró-ativo, e cujo foco é a prevenção. A ironia é que os cubanos vieram ao Reino Unido após a revolução para ver como o HNS [Serviço Nacional de Saúde] funcionava. Eles levaram de volta o que viram, refinaram e desenvolveram ainda mais, enquanto isso estamos nos movendo em direção ao modelo dos EUA ", disse o professor Choonara.

A política, inevitavelmente, penetra muitos aspectos da saúde cubana. Todos os anos os hospitais produzem uma lista de medicamentos e equipamentos que têm sido incapazes de acesso por causa do embargo americano, o qual que muitas empresas dos EUA de negociar com Cuba, e convence outros países a seguir o exemplo. O relatório 2009/10 inclui medicamentos para o câncer infantil, HIV e artrite, alguns anestésicos, bem como produtos químicos necessários para o diagnóstico de infecções e órgãos da loja. Farmácias em Cuba são caracterizados por longas filas e estantes com muitos vazios. Em parte, isso se deve ao fato de que eles estocam apenas marcas genéricas.

Antonio Fernandez, do Ministério da Saúde Pública, disse: "Nós fazemos 80% dos medicamentos que usamos. O resto nós importamos da China, da antiga União Soviética, da Europa - de quem vender para nós - mas isso é muito caro por causa das distâncias."

Em geral, os cubanos são imensamente orgulhosos e apóiam a contribuição no Haiti e outros países pobres, encantados por conquistar mais espaço no cenário internacional. No entanto, algumas pessoas queixam-se da espera para ver o seu médico, pois muitos estão trabalhando no exterior. E, como todas as commodities em Cuba, os medicamentos estão disponíveis no mercado negro para aqueles dispostos a arriscar grandes multas se forem pegos comprando ou vendendo.

As viagens internacionais estão além do alcance da maioria dos cubanos, mas os médicos e enfermeiros qualificados estão entre os proibidos de deixar o país por cinco anos após a graduação, salvo como parte de uma equipe médica oficial.

Como todo mundo, os profissionais de saúde ganham salários miseráveis em torno de 20 dólares (£ 13) por mês. Assim, contrariamente às contas oficiais, a corrupção existe no sistema hospitalar, o que significa que alguns médicos e até hospitais, estão fora dos limites a menos que o paciente possa oferecer alguma coisa, talvez almoçar ou alguns pesos, para tratamento preferencial.

Empresas internacionais de Cuba na área da saúde estão se tornando cada vez mais estratégicas. No mês passado, funcionários mantiveram conversações com o Brasil sobre o desenvolvimento do sistema de saúde pública no Haiti, que o Brasil e a Venezuela concordaram em ajudar a financiar.

A formação médica é outro exemplo. Existem atualmente 8.281 alunos de mais de 30 países matriculados na Elam, que no mês passado comemorou o seu 11 º aniversário. O governo espera transmitir um senso de responsabilidade social para os alunos, na esperança de que eles vão trabalhar dentro de suas próprias comunidades pobres pelo menos cinco anos.

Damien Joel Soares, 27 anos, estudante de segundo ano de New Jersey, é um dos 171 estudantes norte-americanos; 47 já se formaram. Ele rejeita as alegações de que Elam é parte da máquina de propaganda cubana. "É claro que Che é um herói, mas aqui isso não é forçado garganta abaixo."

Outros 49.000 alunos estão matriculados no "Novo Programa de Formação de Médicos Latino-americanos", a ideia de Fidel Castro e Hugo Chávez, que prometeu em 2005 formar 100 mil médicos para o continente. O curso é muito mais prático, e os críticos questionam a qualidade da formação.

O professor Kirk discorda: "A abordagem high-tech para as necessidades de saúde em Londres e Toronto é irrelevante para milhões de pessoas no Terceiro Mundo que estão vivendo na pobreza. É fácil ficar de fora e criticar a qualidade, mas se você está vivendo em algum lugar sem médicos, ficaria feliz quando chegasse algum."

Há nove milhões de haitianos que provavelmente concordariam.

Cuban medics in Haiti put the world to shame