segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Lançamento de projeto-doação para CACB- PARTICIPE E COMPARTILHE COM AMIGAS E AMIGOS: Unica estrutura dos refugiados direitos

A COMUNIDADE ANGO-CONGOLESA NO BRASIL, em parceria com BOMCORPO.COM(www.bomcorpo.com)
Lançou hoje, dia 12 de novembro ás 14h00, na sede de bomcorpo, no centro da cidade, no Rio de janeiro a campanha de arrecadação de fundos para legalização da COMUNIDADE.que desde muito não consegue , da sua própria caixa e das contribuições de seus membros juntar o fundo necessário parra esse fim.

O BOMCORPO, á través da sua infra-estrutura de recebimento de pagamento online, concedeu uma pagina para a CACB receber esses fundos. PEDIMOS A QUALQUER PESSOA, MEMBRO, NACIONAIS OU INTERNACIONAIS DE PODER CONTRIBUIR COM UM VALOR PARA REALIZAR ESSA LEGALIZAÇÃO DESSES DOCUMENTOS E DESSE ESTATUTO QUE DARÁ ACESSO A MUITOS PROJETOS  PARA OS REFUGIADOS E IMIGRANTES AFRICANOS NO RIO DE JANEIRO-BRASIL

PARA DOAR BASTA CLICAR NO BOTÃO "DOAR" NA COLUNA A DIREITA DO SEU COMPUTADOR. E AGRADESCEMOS A COMPATIA DE TODOS E TODAS.
Para ter mais informações pode contactar direito o secretario geral da CACB, Sr Alfred Ak. : 21 8070-0349

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Guerra no Leste da RDC: SADC pronto para participar da força neutra


Kinshasa, 27/10/2012 / Política

Os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) estão prontos para fazer parte da força internacional neutra para ser implantado na parte oriental da RDC.

Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) manifestou a sua vontade de participar da força internacional neutra para ser implantado na parte oriental da República Democrática do Congo, para neutralizar todos os grupos armados que florescem nesta região. Esta é uma das informações filtradas, no final da reunião, quinta-feira 25 de outubro, 2012 em Goma (Kivu do Norte), os ministros da Defesa dos países membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (ICGLR ).

Durante esta reunião dos ministros da Defesa, representantes de países da SADC prometeu fornecer sua contribuição "para a operacionalização da força neutra internacional", diz o seguinte sobre a Rádio Okapi em seu site.

Muitos observadores acreditam que a reunião da Comissão Mista RDC - África do Sul, que acaba de terminar foi fundamental para a decisão da SADC. África do Sul, um dos pesos pesados ​​da organização, certamente jogado seu peso não se acredita na escolha feita pela SADC para apoiar a RDC na obtenção de sua parte oriental em presa a partir de Abril de 2012 a uma rebelião liderada pelo M23, aparentemente apoiado por Ruanda e Uganda, de acordo com o mais recente relatório da ONU, cuja publicação foi anunciada em novembro....

SÃO FATOS ALIMENTADOS PELAS FORÇAS INTERNACIONAIS PARA ENRIQUECER OUTROS E MATAR OUTROS.

PARE!!!!!!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Entenda o conflito na República Democrática do Congo


O atual conflito na República Democrática do Congo (RDC, chamada de Zaire entre 1971 e 1997) tem raízes em choques étnicos e em interesses comerciais e políticos que já levaram a ex-colônia belga a ser palco do que foi chamado de Primeira Guerra Mundial Africana, entre 1998 e 2003.
Nações vizinhas e até países como Zimbábue e Namíbia, que não fazem fronteira com o Congo, enviaram tropas ao território congolês em apoio às facções em combate.
Arte/Folha Online
Mapa do Congo com países vizinhos
A instabilidade causada pelo grande fluxo de refugiados que entraram no país em 1994, fugindo de um genocídio em Ruanda, ajudou a enfraquecer a ditadura de Mobuto Sese Seko, que estava no poder desde 1965. Ele acabou derrubado em 1997 por uma rebelião liderada por Laurent Kabila, com apoio dos regimes de Ruanda e Uganda.
Mas os dois países logo passaram a desafiar a autoridade de Kabila, que buscou apoio de outros países para manter o poder no país, renomeado por ele de República Democrática do Congo.
Angola, Chade, Sudão, Zimbábue e Namíbia apoiaram o regime de Kinshasa, e Ruanda, Uganda e Burundi --este último de forma não oficial-- respaldaram o rebelde ACD (Agrupamento Congolês para a Democracia). Durante os seis anos de combate, cerca de 3,5 milhões de pessoas morreram de fome, doenças ou em razão da violência.
Tréguas provisórias
Apesar de tréguas provisórias, os combates continuaram. Em janeiro de 2001, o presidente Laurent Kabila foi assassinado por um de seus guarda-costas. Seu filho Joseph, então com 30 anos, assumiu o cargo e, em outubro de 2002, assinou um acordo de paz com as facções rebeldes para criar um governo de unidade nacional.
Após o armistício, a ACD se transformou em um partido político, com atual presença no Parlamento após eleições gerais, e suas milícias foram absorvidas pelo Exército como parte do processo de reconciliação nacional.
Os conflitos étnicos regionais, entretanto, persistiram. O atual conflito tem como protagonistas os mesmos atores locais, as antigas milícias da ACD que se integraram nas Forças Armadas da RDC, mas que só ficaram ao lado do governo até 2004.
Nesse ano, voltaram a pegar em armas contra Kinshasa quando o governo quis substituir Laurent Nkunda e outros comandantes da etnia tutsi congolesa, conhecidos também como banyamulenge, por militares de outras regiões da RDC.
Tutsis
Nkunda lidera cerca de 4.000 soldados, todos banyamulenges, e afirma que luta para evitar que a comunidade seja massacrada pelas tribos rivais e pela milícia hutu interahamwe, acusada de genocídio dos tutsis de 1994 em Ruanda e que fugiu ao leste da RDC quando um regime tutsi assumiu o controle em Kigali, a capital ruandesa.
Kabila, que após liderar um governo de transição foi eleito para a Presidência em 2005, tem como aliadas as milícias locais Mai-Mai, que defendem seus territórios de outros grupos, e também as Forças Democráticas de Libertação de Ruanda (FDLR).
Em meio aos combates cada vez mais freqüentes, a ONU (Organização das Nações Unidas) tenta manter a assistência às milhares de pessoas que vivem em campos de refugiados no país. A organização mantém no Congo a sua maior força de paz, com 17 mil soldados.
A fragilidade do governo, que não consegue manter presença em todo o território do terceiro maior país da África, possibilita o domínio de áreas do país pelos rebeldes --algumas com ricas minas de cobre, ouro, diamante e zinco-- e alimenta o temor de que países vizinhos ambicionem novamente envolver-se de forma direta no conflito.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Tema: Escravos e Refugiados na Cidade do Rio de Janeiro.


Dia do evento: 21 de agosto às 18:50 horas.

Local: Faculdade Bethencourt da Silva – FABES / Instituto Superior de Estudos Pedagógicos – ISEP. Rua Frederico Silva, 86 bloco B, 6° andar, prédio do Liceu de Artes e Ofícios. Centro / Rio de Janeiro

Tema: Escravos e Refugiados na Cidade do Rio de Janeiro.

Proposta: mesa formada por:

- Um representante do Instituto Pretos Novos que fará uma comunicação de 20 minutos sobre os escravos no Rio de Janeiro do século XIX e a pesquisa do Instituto.
- Um representante do ACNUR que fará uma comunicação de 20 minutos sobre os refugiados africanos no RJ e o trabalho desenvolvido.
- Dois africanos (refugiados ou ex-refugiados) para falarem, 10 minutos cada, sobre suas experiências de chegada à Cidade.


Para mais infos 
Ligue grátis para 


Alfred akuala- secretário geral da CACB
21 8070-0349 | 8659-3664
alf@publiqse.com

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Lançamento da publiqQ-se| dois congoleses com um brasileiro

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