A CACB foi criada com o objetivo de aproximar os imigrantes de Angola, Congo Brazzaville, República Democrática do Congo, demais povos africanos e seus descendentes que vivem no Brasil e No mundo. Entrem em contato conosco para beneficiar dos serviços da nossa plataforma através do e-mail: imprensacacb@gmail.com
quinta-feira, 20 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Guerras têm impedido o desenvolvimento de Kivu do Norte, diz Julien Paluku
O governador de Kivu Norte, Julien Paluku, disse sexta-feira 14 de junho que as guerras recorrentes na província não permitiu que ele funcione bem durante o seu mandato. Ele estava respondendo à moção de censura iniciada por alguns MLAs que o acusam de má gestão.
"Eu acho que não deve ser que as pessoas não entendem que, na província, vivemos momentos de insegurança.Havia muitas dificuldades durante os cinco anos ", disse Julien, que lembrou que, desde 2007 até seu dia de inauguração, a província é assolada por rebeliões
"Quando todo o território sob controle de movimentos rebeldes: desde 2007, houve o CNDP [liderada por Laurent Nkunda e Bosco Ntaganda ao TPI atualmente preso] em Masisi e Rutshuru parte. Em 2008 vamos negociações Nairobi. Em 2009, os acordos são assinados, a guerra recomeçou algum tempo depois, e hoje é o M23 ".
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| RDCongo: pais mais rico de mundo em recursos naturais de qualquer tipo. Alfred |
O governador de Kivu do Norte estava surpreso que as pessoas não entendem que "todos estes elementos existem obstáculos à dinâmica de desenvolvimento."
"Não devemos ter em Kivu do Norte pode ser a entender que não era possível" , diz ele.
Julien Paluku reconhece que as expectativas do público eram enormes, mas ele diz que ainda fez algumas ações.
"Se você olhar para o registro que fizemos, acho que pode ser o único governador até o momento, para ter, em cada país, pelo menos, construíram uma escola, um hospital construído pelo menos em áreas que eram muito precisa " , disse o governador de Kivu Norte.
Leia também radiookapi.net:
sábado, 1 de junho de 2013
RESTRUTURAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO DA CARITAS NO RIO DE JANEIRO
Pois anos passaram, mas nada muda até a saida da direção. entre muitas reclamações está por exemplo a ajuda accordada aos refugiados . uma quantia parada desde 7 anos .
Enquanto isso, acontecem vareis variações na economia de pais. e os mesmos 300 R$ dados aos refugiados há 5 anos passados para custear as primeiras necessidades ao chegar no pais ( moradia, bens de primeira necessidade), está sendo dado o mesmo valor ainda hj, enquanto a vida social ficou mais cara doque há 5 anos passado. Os refugados agradecem pela reforma nessa instuitição.
E a mesma mensagem é enviada pela nova equipe para que haja mudança e reforma na instituição.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
sábado, 4 de maio de 2013
Kyenge, de origem congolesa da RDCongo, é a primeira mulher negra num Governo italiano e está a ser vítima de racism
Cecile Kyenge, 48 anos, é a ministra da Integração e tem na mira os ataques aos direitos dos imigrantes. A extrema-direita ataca-a na Interne
TONY GENTILE/REUTERS
Entre as sete mulheres escolhidas para o novo Governo italiano, Cecile Kyenge, 48 anos, foi nomeada para ministra da Integração. É a primeira negra a chegar ao governo do país. Defensora da entrega da nacionalidade imediata a crianças nascidas em Itália que sejam filhas de imigrantes, Kyengeestá a ser alvo de comentários racistas por parte de elementos da extrema-direita italiana. Mas não é a única mulher a ser ameaçada.
Leia mais no link.http://www.publico.pt/mundo/noticia/cecile-kyenge-e-a-primeira-mulher-negra-num-governo-italiano-e-esta-a-ser-vitima-de-racismo-1593274#/0
Entre as sete mulheres escolhidas para o novo Governo italiano, Cecile Kyenge, 48 anos, foi nomeada para ministra da Integração. É a primeira negra a chegar ao governo do país. Defensora da entrega da nacionalidade imediata a crianças nascidas em Itália que sejam filhas de imigrantes, Kyengeestá a ser alvo de comentários racistas por parte de elementos da extrema-direita italiana. Mas não é a única mulher a ser ameaçada.
Leia mais no link.http://www.publico.pt/mundo/noticia/cecile-kyenge-e-a-primeira-mulher-negra-num-governo-italiano-e-esta-a-ser-vitima-de-racismo-1593274#/0
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Situação dos refugiados no Rio de Janeiro: REAÇÂO DA CARITAS...
Enquanto a vida social cresce no Rio de janeiro, no Brasil em geral, os bens de primeira necessidade crescem também na mesma velocidade.O salario minimo cresça todo ano.
MAS A AJUDA FINANCEIRA ALOCADA AOS REFUGIADOS NO RIO DE JANEIRO, E BRASIL EM GERAL NUNCA SUBIU DESDE 2008: 5 anos esse valor no Rio sempre é de 300,00 R$.
Uma coisa comprada, um aluguel pago há 5 anos, já subiu com mais de 50% de valor real.
A pergunta que preocupa os refugiados no Rio de janeiro é a seguinte:
MAS PORQUE ESSA AJUDA NUNCA MUDA?
MAS A AJUDA FINANCEIRA ALOCADA AOS REFUGIADOS NO RIO DE JANEIRO, E BRASIL EM GERAL NUNCA SUBIU DESDE 2008: 5 anos esse valor no Rio sempre é de 300,00 R$.
Uma coisa comprada, um aluguel pago há 5 anos, já subiu com mais de 50% de valor real.
A pergunta que preocupa os refugiados no Rio de janeiro é a seguinte:
MAS PORQUE ESSA AJUDA NUNCA MUDA?
O NÚMERO DE REFUGIADOS NO BRASIL NÃO TRIPLICOU! DIMINUIU DE 31%..: Desinformação ou omissão de dados reais?
em 01/05/2013
Mais uma vez a mídia brasileira deu um show de desinformação e deturpação da realidade. Não pela produção de notícias falsas, mas pela omissão de detalhes significativos e descontextualização dos dados veiculados.
A totalidade dos órgãos de imprensa do país (jornais impressos, sites de notícias, canais de TV e rádio) ecoou a mesma notícia segundo a qual “o número de refugiados no Brasil triplicou” ou que “o número de pessoas que pediram refúgio ao Brasil aumentou quase quatro vezes”. O problema é que houve uma clara amálgama entre o número dos beneficiados do estatuto de refúgio e o de solicitantes. Ora, se considerarmos o ano de 2012, por exemplo, apenas 24% das solicitações de refúgio foram deferidas, contra 76% rejeitadas! Falta informação dos profissionais da comunicação ou busca inescrupulosa de manchetes sensacionalistas?
Pior ainda, além da veracidade ou não desses números, a sua propagação maciça e truncada dá a impressão do país estar sendo invadido ou submerso por hordas de doentes, famintos e oportunistas que querem se aproveitar da bondade excessiva dessa terra gentil e acolhedora.
Uma leitura mais atenta, todavia, revela um panorama totalmente diferente da imagem mental transmitida.
É verdade que o número de pessoas que pediram refúgio no Brasil chegou a 2.008 em 2012. Porém, desse total, apenas 24% foram aceitos. Pois, conforme explicou o secretário nacional de Justiça e presidente do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), Paulo Abrão, o rigor das leis brasileiras permite conceder o estatuto de refugiados apenas a pessoas impedidas de voltar a seu país por perseguição (seja política, religiosa, racial) ou que estejam fugindo de um país onde há graves violações dos direitos humanos, como uma guerra.
O estatuto do refúgio não é concedido, por exemplo, aos haitianos. Para os quais o governo teve que “improvisar” uma categoria inédita, chamada de “visto humanitário” – já que seu êxodo se deve a motivos naturais e não políticos.
Em 2013, o Conare já analisou 557 pedidos e 45,7% foram aceitos. O aumento se deve ao crescimento da entrada de sírios no Brasil, fugindo do conflito em seu país. Nesse caso, 100% dos pedidos foram aceitos.
Outro grupo de solicitantes que cresceu muito em 2011 e 2012 foi o de pedidos de senegaleses e bengalis. Foram 137 pessoas do Senegal e 111 de Bangladesh. Nesse caso, em busca de trabalho. Os pedidos foram, portanto, indeferidos.
“A lei brasileira prevê que toda pessoa que chega aos nossos postos migratórios e peça refúgio receba um protocolo que lhe dá direito legal de permanência até o processo ser julgado pelo Conare. No caso de indeferimento, ele é comunicado e tem até oito dias para deixar o País”, explicou Paulo Abrão. A maioria, no entanto, termina por permanecer no País, seja em situação regular, se obteve um contrato de trabalho, seja irregularmente.
O número acumulado dos beneficiados do estatuto de refúgio até o presente mês (abril de 2013) chega a 4262. Porém, com a cessação do estatuto para angolanos e liberianos, decretada pelo ACNUR, esse número fica abaixo de 2.991.
Em 2010, todavia, Brasil contava 4.300 refugiados (Veja matéria). A notícia, portanto, não deveria ser que o número de refugiados no Brasil triplicou, entre 2010 e 2012, mas sim que diminuiu de quase 31%!!
E se considerarmos o número de refugiados no mundo que supera hoje os 15 milhões (Veja matéria), a proporção dos refugiados no Brasil, não chega a 0,02% desse total. Para uma melhor avaliação deste número, notamos ainda que o Paquistão abriga mais de dois milhões e meio de refugiados e o Irã quase um milhão e meio. Alemanha, com a metade da população do Brasil abriga quase 600.000 refugiados (contra 2.9291 no Brasil).
Mesmo quando se trata de solicitações de refugio e não de benefício adquirido, a participação do Brasil continua insignificante. O conjunto dos países industrializados (Europa, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão e Coréia do Sul) recebeu 479.300 pedidos de asilo em 2012. O Brasil recebeu 2.008 pedidos, representando menos que 0.5% desses requerimentos.
Considerando a população brasileira de 194 milhões, o Brasil teve 0.02 pedidos de refugiados para cada 1000 habitantes. Comparando com os países industrializados essa proporção se iguala a da Estônia, que com 0.2 para 1000 habitantes, é o segundo país europeu que menos recebeu pedidos de asilo. Nesse ponto o Brasil supera somente o último colocado, a Albânia, que ao receber apenas 60 requerimentos tendo 3 milhões de habitantes, possui uma proporção de 0.002 refugiados por 1000 habitantes.
Em contraste ao ínfimo número brasileiro, a Europa, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia somados receberam 475.590 requerimentos de asilo, sendo que a Europa conta uma proporção de 2.5/1000, a União Europeia 2.6/1000, Canadá 1.3/1000 e Austrália/Nova Zelândia 2/1000. Os dois países que mais receberam pedidos, Estados Unidos e Alemanha possuem uma proporção respectiva de 1 e 2.4 refugiados para cada 1000 habitantes. O número americano pode parecer pequeno, no entanto é necessário considerar que os Estados Unidos é um país continental e que possui a terceira maior população do mundo. É necessário também considerar que os Estados Unidos e Canadá somados receberam sozinhos cerca de 104 mil pedidos (Veja relatório).
O refúgio, vale lembrar, é um direito de estrangeiros garantido por uma Convenção da ONU de 1951 e confirmado pela lei brasileira 9.474, de 1997. O refúgio pode ser solicitado por todo estrangeiro que possua fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, opinião pública, nacionalidade ou por pertencer a grupo social específico. E também por pessoas que tenham sido obrigadas a deixar seu país de origem devido a grave e generalizada violação de direitos humanos.
Rodrigo Lima
(oestrangeiro.org – 01/05/2013)
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