terça-feira, 2 de junho de 2015

ANGOLA ATRÁS DO CHINÊS PARA COMPOR-SE DA FALÊNCIA - O governo angolano não tem moral para exigir que as empresas façam os pagamentos dos impostos industriais com prazos e multas descabidas.



ANGOLA ATRÁS DO CHINÊS PARA COMPOR-SE DA FALÊNCIA 


José Eduardo dos Santos, presidente da República de Angola e chefe máximo do executivo do governo de Angola com todos os poderes conferidos pela constituição atípica, onde todos os ministros são seus delegados, não cessa de surpreender os angolanos de Angola: depois de garantir que 2015 seria um ano perfeito para as famílias angolanas, o presidente resolveu mudar de ideias e, em mensagem de fim do ano, prometeu um ano difícil e exigente. É provável que, nos próximos dias, ou nos próximos meses, o chefe o chefe do executivo angolano volte a mudar de ideias, negando tudo o que disse até ao momento.  

As piruetas são perfeitamente compreensíveis: o presidente demitido das suas funções ou não, não faz a mais pálida ideia de como será nos anos subsequentes, nomeadamente o ano 2016, altura das conferências de mandatos e do congresso ordinário e vai atirando ao sabor do vento. Uma ideia, porém, parece recorrente na indiferença política de José Eduardo dos Santos: aconteça o que acontecer ele admite que não será culpado de nada. Pelo contrário: ele está disposto a ajudar as famílias angolanas, os trabalhadores, as empresas pequenas e médias, todas elas falidas pelo sistema. E, mais, foi precisamente a coragem do seu governo que, ao pôr as contas em dia, esvaziando cada vez mais os cofres do Estado, preparou o País para as tormentas que estão a ser vividas pelos os angolanos de Angola.  

Entendo que o presidente, chefe do executivo angolano tenha que dizer estas coisas em ano eleitoral. Mas também acredito que, lá no fundo, existirá um mau estar na consciência do presidente que lhe dirá a verdade: o défice foi mascarado a golpe de cosmética; o assalto contumaz ao bolso dos contribuintes foi um travão ao investimento e à criação de emprego; a despesa, essa gordura do Estado, nunca foi sua intenção, por conseguinte não foi atacada com seriedade, o endividamento esmaga-nos e paralisa-nos; a economia angolana, no fundo, nunca esteve preparada para coisa nenhuma porque o governo do M.P.L.A, no poder há mais de trinta anos, sempre soube desperdiçar os mandatos que teve e uma maioria. Ora vejamos: o Estado que não paga a ninguém está exigir que as empresas liquidem os seus impostos. Como? O Estado é o maior comprador de serviços, por conseguinte se não paga os seus servidores, eles também não têm como pagar os seus impostos, assim como, outras obrigações para com terceiros. As empresas angolanas de uma maneira geral estão falidas. O Estado faliu-as. Se não recebem não têm como pagar. 

O governo angolano não tem moral para exigir que as empresas façam os pagamentos dos impostos industriais com prazos e multas descabidas. 

Que José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola lave as suas mãos no próximo ano, preparação para as eleições de 2017 e prometa caridade aos angolanos de Angola, eis um espectáculo que não redime todos estes anos passados de pobreza e  miséria. Apenas os explica.  

terça-feira, 26 de maio de 2015

Angola homenageada em Brasília


A distinção foi feita nesta quarta-feira, 6, pelo presidente do Clube de Pioneiros de Brasília, Roosevelt Elian Beltron, que entregou ao embaixador de Angola no Brasil, Nelson Cosme, a Comenda Grã-Cruz da Ordem do Pioneiro, a mais alta condecoração desta organização, e um diploma de honra.
Numa cerimónia que decorreu na Embaixada de Angola, em Brasília, o presidente do Clube de Pioneiros de Brasília destacou os fortes laços existentes entre Angola e o Brasil e enalteceu os feitos da diplomacia angolana na aproximação dos povos dos dois países.
Por seu lado, o embaixador de Angola no Brasil atribuiu o mérito da distinção à dinâmica da política externa de Angola, liderada pelo Executivo angolano e igualmente à hospitalidade tributada pelas autoridades brasileiras.
Participaram na cerimónia diplomatas da missão angolana no Brasil, o presidente do Conselho de Honrarias da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura, Francisco de Assis Chiaratto e o embaixador da Bélgica no Brasil.

RDC : les élections doivent être une urgence, selon Vital Kamerhe


Vital Kamerhe, président national de l'Unc ce 21/06/2011 à Kinshasa, lors de la signature de la charte des membres de AVK. Radio Okapi/ Ph. John BompengoVital Kamerhe, président national de l'Unc ce 21/06/2011 à Kinshasa, lors de la signature de la charte des membres de AVK. Radio Okapi/ Ph. John Bompengo
L’organisation des élections doit être une urgence pour changer le système et permettre au peuple d’être bien dirigé, a affirmé mardi 26 mai Vital Kamerhe. Pour lui, il n’est pas question de dialogue à présent. En séjour à Goma au Nord-Kivu, le président de l’Union pour la nation congolaise (UNC), a indiqué qu’il est venu compatir avec les populations victimes d’insécurité. 
Vital Kamerhe a déclaré que la priorité doit être accordée aux besoins fondamentaux de la population; notamment l’accès à la nourriture, au travail, à la santé et à l’encadrement de l’armée et de la police.

Angola eleita membro do Conselho de governação da UN-Habitat


De acordo com uma nota de imprensa, Angola vai ter um mandato de quatro anos, com início no dia 1 de Janeiro de 2016, preenchendo uma das duas vagas a serem abertas na região Austral de África, com o fim dos mandatos da África do Sul e do Lesoto, a partir de 31 de Dezembro de 2015.
Até à eleição Angola era o único país da região que se havia candidatado para uma das vagas.
“Nigéria, Quénia e Tchad são os outros países africanos também eleitos para o mesmo órgão, cobrindo as respectivas vagas regionais”, refere o documento.
Para a Ásia e Pacifico, foram eleitos o Bahrein e a Índia, para a Europa do Leste (Geórgia e a Sérvia), América Latina e Caraíbas (Brasil, Chile e México) e para Europa Ocidental e outros Estados (Alemanha e Suécia).
A UN-Habitat é um organismo criado pela Assembleia-geral da ONU, para atender especificamente o sector da habitação, assentos humanos e desenvolvimento urbano sustentável dos Estados membros.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Da Nigéria, Goodluck Jonathan, o perfil de um presidente derrotado, e cujo o nome diz muito para a maior Nação africana

Porta-voz disse que África está 'testemunhando a história'.
Opositor Muhammdu Buhari enfrentou atual presidente no pleito.

O partido opositor nigeriano Congresso de Todos os Progressistas (APC) declarou vitória nesta terça-feira (31) nas eleições presidenciais do país, afirmando que o país mais populoso da África está “testemunhando a história”.
“Está é a primeira vez na Nigéria que um governo de situação será retirado do poder pelo voto, usando apenas métodos democráticos”, disse o porta-voz do APC, Lai Mohammed, do lado de fora da casa na capital do país onde o líder do partido, Muhammdu Buhari, acompanhava o resultado da apuração.
Ele acrescentou que o partido disse não ter dúvidas de que o atual presidente, Goodluck Jonathan, que tentava a reeleição, irá reconhecer a derrota.
“Ele disse diversas vezes que ele deixaria o poder se fosse derrotado pelos votos em uma eleição livre e correta”, afirmou.
Segundo os últimos dados da apuração, Buhari lidera com 14,6 milhões de votos, contra 11,3 milhões de Jonathan, do Partido Popular Democrático (PDP).
De acordo com a comissão eleitoral independente (INEC), Buhari venceu o chefe de Estado em fim de mandato, em Lagos, a capital econômica da Nigéria e a cidade mais populosa do país.
Ele conquistou 792.460 votos no estado, contra 632.327 para Jonathan, um resultado diferente do registrado nas eleições presidenciais de 2011, quando Jonathan venceu Buhari.
Lagos, que conta com 20 milhões de habitantes, é considerado um estado chave na disputa, mas os eleitores não se mobilizaram o suficiente. Apenas 1,5 dos 5,8 milhões de registrados votaram nas duas eleições, legislativas e presidenciais.
tópicos:

INTERVENÇÃO DO MEMBRO DA COMUNIDADE ANGO CONGOLESA NO BRASIL SOBRE " PETROLEO DA ÁFRICA" NA RADIO PETROLEIRA DO BRASIL



O programa semanal do Professor Ivan Luiz, agora com um " NOVO QUADRO", chamado, " PETROLEO DA ÁFRICA", onde o Sr Alfred Akuala, entre ao vivo para sempre trazer mais dicas ao empresariado brasileiro e cidadões interessados na economia e mercado africano.

INTERVENÇÃO DO MEMBRO DA COMUNIDADE ANGO CONGOLESA NO BRASIL SOBRE " PETROLEO DA ÁFRICA" NA RADIO PETROLEIRA DO BRASIL.



Programa semanal dedicado aos Trabalhadores do Setor privado do Sindipetro-RJ
Participação especial de Alfred Patrick

Programa 149 em 07 de Abril 2015 - 12º Programa do ano. Editorial A crise forjada no sistema. Pauta Prefeitura de Itaboraí começa a elaborar cadastro prioriz..

https://www.youtube.com/embed/WIhNk2eq26Y