segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Espaço cultural CongoBrasil- acompanhe as novidades

Nos próximos dias será inaugurado esse espaço cultural ECCB.
o seu lugar de encontro com a cultura congolesa - africana.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

sábado, 29 de dezembro de 2012

vote no nosso PROJETO DE PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS CONGOLESES E ANGOLANOS (AFRICANOS) NAS COMUNIDADES PACIFICADAS DO RIO DE JANEIRO: concorremos o melhor projeto de Rio de janeiro para. somos já na lista de 5 melhores

Os votos acabam AMANHA. VOTAM muito Amigos e Amigas
---> CLIQUE
http://www.premioanu.com.br/projeto_voto.php?est=RJ&logout=1

---> ESCOLHA NOSSO PROJETO (o 5° da lista)
Nome do projeto:
PROJETO DE PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS CONGOLESES E ANGOLANOS (AFRICANOS) NAS COMUNIDADES PACIFICADAS DO RIO DE JANEIRO – PCACP-RJ.

CLIQUE NESSE LINK E VOTEOLA GALERA, VOTE POR FAVOR NESSE PROJETO PARA ANGOLANOS E CONGOLESES(AFRICANOS NO RIO DE JANEIRO), CLICANDO NESSE LINK E O PROJETO É O 5° DA LISTA. OBRIGADO. AS VOTAÇÕES VÃO ATÉ DIA 30 / 12/2012
O projeto está concorrendo um premio de melhor de rio de janeiro. é o 5°projeto e divulgue no grupo e mande para amigos e amigas.
http://www.premioanu.com.br/projeto_voto.php?est=RJ&logout=1

Demora e dificuldades de obtenção de permanência definitiva dos refugiados

Um procedimento complicado e  com lentidões : são esses quesitos ou desvalores que caracterizam a obtenção da permanência definitiva, acordada aos refugiados  com 4 anos de moradia no brasil.
Mesmo com todos os documentos requisitados, o refugiado está obrigado a aguardar a tal notificação do ministério da justiça e dando lhe a possibilidade de começar esse procedimento.
A policia federal não aceita nenhuma entrada a essa permanência sem essa notificação(de MJ).

Obstaculo
Quanto tempo demoraria para que o refugiado aguardasse essa notificação de MJ ?
Se a lei é publicada já pelo jornal oficial e dá essa permissão, PORQUE TEM QUE AGUARDAR DE NOVO UMA TAL NOTIFICAÇÃO DE MJ???

Será que a policia federal é realmente bem informada na execução da lei desta permanência? O refugiado está confuso com esses detalhes que não ajudem na aplicação dessa lei e da sua influencia na facilidade de vida de um refugiado?

Se tal for o procedimento, então a aplicação da lei precisar ser reavisada para ver a sua aplicação mesmo na pratica.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

VIOLÊNCIA SE INTENSIFICA NO KIVU DO NORTE E MOBILIZIBILIZA MSF


19 de novembro de 2012 - Com a chegada dos rebeldes nos arredores de Goma, capital da província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo, dezenas de milhares de pessoas fugiram dos conflitos, deixando vilarejos e campos de refugiados vazios.

“A atmosfera na cidade é tensa. As pessoas estão preocupadas”, afirmou Grace Tang, coordenadora geral de MSF em Goma. “A luta que por meses forçou centenas de milhares de pessoas a abandonarem suas casas em outras regiões do país agora bate à porta de Goma.”

O campo de Kanyaruchinya, onde MSF está atuando, está agora vazio, depois de aproximadamente 60 mil pessoas – muitas das quais já tinham se deslocado anteriormente – terem fugido em pânico. Muitos conseguiram alcançar os campos de Mugunga III, Mugunga I e Lac Vert ou dirigiram-se para o sul, rumo aos acampamentos de Minova e Kirotche, na província vizinha de Kivu do Sul.

Segundo equipes médicas, milhares de pessoas chegaram desde ontem, desesperadas para serem registradas. As condições em muitos acampamentos são precárias, com escassa distribuição de alimentos. Os campos de Lac Vert e Mugunga I estão recebendo suporte de MSF, que oferece serviços de saúde, água e saneamento.

As equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) em campo continuam preparadas para responder a necessidades médicas adicionais e humanitárias. Equipes médicas adicionais – incluindo cirurgiões – e suprimentos já estão sendo preparados, caso haja novos conflitos e deslocamentos. O Centro de Tratamento de Cólera em Goma está sendo preparado para um influxo de novos casos, à medida que dezenas de milhares de pessoas chegam e se instalam na cidade e nas redondezas.

Em Pinga, também no Kivu do Norte, a violência volta a aumentar e, novamente, a população foge em busca de segurança

Na semana passada, conflitos armados voltaram a afetar a cidade de Pinga, na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo (RDC). A violência forçou 20 mil habitantes e a maioria dos profissionais congoleses trabalhando com Médicos Sem Fronteiras (MSF) a fugir pela segunda vez em seis semanas.

Grupos armados entraram em confronto nos últimos dias, espalhando o pânico pela região. Temendo por suas vidas, as pessoas agarraram o que puderam carregar e correram para as florestas das redondezas. Distante de suas casas e vilarejos, a população tem acesso extremamente limitado a cuidados de saúde. Alguns dos que foram feridos nos confrontos foram trazidos ao hospital administrado por MSF em Mweso, a 50 km da capital. Ali, médicos trataram 24 pacientes com traumas violentos. Outras 12 pessoas conseguiram chegar ao centro de saúde de Mpeti, a 18 km de Pinga.

“Este tipo de violência e fuga em massa está acontecendo por toda a província de Kivu do Norte. Estamos tentando responder da melhor forma possível em meio a circunstâncias muito difíceis e desafiadoras”, disse Grace Tang, coordenadora geral de MSF.

Uma equipe de profissionais qualificados permanece em Pinga e está tentando manter alguns dos serviços disponíveis no centro de saúde e no hospital da cidade, abrigando-se em uma sala protegida quando a violência torna-se muito intensa. Visitas para oferecer suporte aos centros de saúde dos vilarejos da redondeza são consideradas muito perigosas no momento.

Os conflitos em andamento no leste da RDC continuam a elevar os níveis de violência e deslocamentos, além de gerar enormes demandas humanitárias. MSF atende milhares de pessoas gratuitamente a cada mês por toda a província de Kivu do Norte em diversos hospitais, centros e postos de saúde em Rutshuru, Masisi, Mweso, Kitchanga, Walikale, Muganga I, Lac Vert, Kanyaruchinya e Pinga. Há também diversos Centros de Tratamento de Cólera (CTCs), clínicas móveis e atividades de resposta a emergências.


sábado, 15 de dezembro de 2012

O Parlamento Europeu condena pela primeira vez, Ruanda e Uganda, pelo seu apoio ao movimento rebelde M23

Note-se que esta é a primeira vez que o Parlamento Europeu condenou e cita nomeadamente Ruanda e Uganda, países que apóiam o movimento rebelde M23, operando no leste da República Democrática do Congo.

Reunido em Estrasburgo, na quinta-feira 13 dezembro de 2012, o Parlamento Europeu aprovou por unanimidade uma resolução de urgência que manifesta a sua profunda preocupação com ataques de rebeldes no leste da RDC e suas conseqüências graves no país e região dos Grandes Lagos.

Parlamento expressou preocupação com a situação muito grave e se deteriorando no leste da RDC. Ele condena os ataques M23 grupo rebelde e outros grupos, e chama Ruanda e Uganda, para parar de apoiar os rebeldes. O Parlamento Europeu deplora os atos de violência sexual cometidos em massa, especialmente o estupro de mulheres e meninas, bem como o recrutamento de crianças-soldados.

Os autores de violações de direitos humanos e crimes de guerra devem ser punidos de acordo com a legislação nacional e internacional, dizem os deputados.

Deputados pedem aos governos da RDC e países vizinhos para trabalhar em conjunto para uma paz duradoura, desenvolvimento econômico eo respeito aos direitos humanos na região. Eles são a favor da continuação da missão da Organização das Nações Unidas para a Estabilização, MONUSCO, pedindo que garante mais civis de segurança congolesas.

Saudaram, igualmente, a criação, pelo Parlamento da RDC dezembro 6, de 2012, a Comissão Nacional de Direitos Humanos, tal como definido pela Constituição, como um primeiro passo para o desenvolvimento de uma lei sobre a proteção vítimas e testemunhas de violações de direitos humanos, ativistas em favor dos direitos humanos, trabalhadores humanitários e jornalistas.

Lado congolês há uma reação por parte da Embaixada da RDC em Bruxelas, através de sua conta no Twitter @ rdcongobenelux resolução que acolhe primeiro europeu cita nomeadamente Ruanda e Uganda como partidários do M23 e condena .

Sabemos bem que muitas empresas europeia e americana vive graça aos desvios da riqueza tirada e roubada dessa região, como para fabricar os aparelhos eletrônicos (Smartphone, iphone, notebook, joalheria ).
O congolês de hoje, não é mais igual ao de 1960. Nenhum projeto de balcanização passará pois a historia dos outros insiram (Egito, líbia, romania,..)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Prova fatal de fortalecimento das posições do exército ruandês(RDF) em torno de Goma -RDCongo


Kinshasa, 14/12/2012 / Política

Enquanto as negociações em Kampala intransigência buttent M.23 terroristas que afirmam que a administração da província de Kivu do Norte, como parte do governo é a avaliação da implementação do Acordo de 23 de março de tropas ruandesas avançar para remake de Goma

Força armada ruandês(RUANDA)
A notícia de Kampala não são tranquilizadores. Profundas diferenças permanecem entre as duas partes. Kinshasa prefere limitar as discussões em torno de todo o acordo de 23 de Março de 2009, enquanto a espera M23 respostas para reconsiderar as suas alegações de que dias subindo por dia. Uma situação que não augura nada de boas perspectivas para a crise. Antecipando um possível impasse em Kampala, o exército ruandês sério reforça suas posições em torno de Goma. Sem dúvida, para cumprir com os requisitos de Kinshasa M23.

Tópicos começou na semana passada em Kampala entre a delegação de Kinshasa e do Movimento 23 de Março (M23) lento para tomar o vôo. Relatório de várias fontes que persiste profundas diferenças entre os dois partidos, cada um preferindo atirar a capa do seu lado para encontrar sucesso no final do diálogo.
Kinshasa mostra mais intransigente em seu curso de ação. De acordo com a delegação liderada por Raymond Tshibanda, Ministro dos Negócios Estrangeiros, as discussões devem se limitar apenas à avaliação do acordo de 23 de março de 2009. Quaisquer outros assuntos não relacionados a este acordo vai estar lá, segundo ele, indesejável. Um ponto de vista que não é compartilhada pela Delegação da M23, que fez suas reivindicações para além do mero âmbito do acordo de 23 de Março de 2009, que, por contras, foi justificada antes da criação deste movimento.


Leia mais Radiookapi