"É hora, o tempo de alta, que garantir o nosso povo o direito de vida e ao usufruto sustentado bem-estar tão valioso quanto o que eles esperam de seus líderes, ou seja, de paz", disse domingo 24 de fevereiro em Adis Abeba, o chefe de Estado Joseph Kabila. O número um da RDC interveio na galeria da União Africano (UA) alguns minutos antes da assinatura do acordo de paz na RDC por vários estados Africano, bem como o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon.
"É hora, o tempo de alta, que viram as costas para a lógica de outra era baseada na lei da força e não a força da lei, o que confunde vingança e justiça, e permite que o queixoso para fazer concessões em causa própria e executar-se ", também disse que o chefe de Estado congolês para os participantes na conferência da União Africana.
O acordo-quadro para a pacificação da parte oriental da República Democrática do Congo, assolado por um conflito recorrente foi assinado em Addis Abeba (Etiópia), por 11 países africanos.
Chefes de Estado da República Democrática do Congo, África do Sul, Moçambique, Ruanda, Congo - Brazzaville e na Tanzânia, fizeram a viagem a Addis Abeba para assinar este novo acordo, enquanto os de Uganda Angola, Burundi, África Central e Zâmbia foram representados.
A assinatura ocorreu na presença de facilitadores tal trabalho, o Secretário-Geral Ban Ki-moon, e do Presidente da Comissão da União Africano, Dr. Dlamini Kosa Zana.
Secretário-Geral da ONU, que também assinou como fiador da boa aplicação do texto, espera-se que este acordo levará a uma era de paz e estabilidade para as pessoas da RDC e da região.
Ban Ki Moon, disse que este é apenas o início de uma abordagem abrangente, que vai exigir um compromisso sustentado dos países da região, para acalmar os ameaçados área por rebeliões numerosos.
Por sua parte, os Chefes de Estado e representantes de 11 países signatários expressaram seu compromisso com este acordo para promover o reinado de paz na RDC e na região.
A assinatura deste acordo deveria ter vindo no final de janeiro, ainda em Addis Abeba, à margem da última cimeira da União Africano (UA). Ela foi encaminhada para uma data posterior, mas o motivo não é servido.
Leia também radiookapi.net:
A CACB foi criada com o objetivo de aproximar os imigrantes de Angola, Congo Brazzaville, República Democrática do Congo, demais povos africanos e seus descendentes que vivem no Brasil e No mundo. Entrem em contato conosco para beneficiar dos serviços da nossa plataforma através do e-mail: imprensacacb@gmail.com
domingo, 24 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
O governo pretende injetar sangue novo no diplomática
Com mais de 534 diplomatas para manter cerca de 515 famílias de diplomatas para repatriar cerca de 214 novos diplomatas para atribuir, para nomear 64 novos embaixadores e cônsules gerais 3, 18 missões diplomáticas no próximo ... ardósia para o Tesouro público é salgado.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Espaço cultural CongoBrasil- acompanhe as novidades
Nos próximos dias será inaugurado esse espaço cultural ECCB.
o seu lugar de encontro com a cultura congolesa - africana.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
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sábado, 29 de dezembro de 2012
vote no nosso PROJETO DE PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS CONGOLESES E ANGOLANOS (AFRICANOS) NAS COMUNIDADES PACIFICADAS DO RIO DE JANEIRO: concorremos o melhor projeto de Rio de janeiro para. somos já na lista de 5 melhores
Os votos acabam AMANHA. VOTAM muito Amigos e Amigas
---> CLIQUE
http://www.premioanu.com.br/projeto_voto.php?est=RJ&logout=1
---> ESCOLHA NOSSO PROJETO (o 5° da lista)
Nome do projeto:
PROJETO DE PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS CONGOLESES E ANGOLANOS (AFRICANOS) NAS COMUNIDADES PACIFICADAS DO RIO DE JANEIRO – PCACP-RJ.
CLIQUE NESSE LINK E VOTEOLA GALERA, VOTE POR FAVOR NESSE PROJETO PARA ANGOLANOS E CONGOLESES(AFRICANOS NO RIO DE JANEIRO), CLICANDO NESSE LINK E O PROJETO É O 5° DA LISTA. OBRIGADO. AS VOTAÇÕES VÃO ATÉ DIA 30 / 12/2012
O projeto está concorrendo um premio de melhor de rio de janeiro. é o 5°projeto e divulgue no grupo e mande para amigos e amigas.
http:// www.premioanu.com.br/ projeto_voto.php?est=RJ&log out=1
---> CLIQUE
http://www.premioanu.com.br/projeto_voto.php?est=RJ&logout=1
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Nome do projeto:
PROJETO DE PROMOÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS CONGOLESES E ANGOLANOS (AFRICANOS) NAS COMUNIDADES PACIFICADAS DO RIO DE JANEIRO – PCACP-RJ.
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O projeto está concorrendo um premio de melhor de rio de janeiro. é o 5°projeto e divulgue no grupo e mande para amigos e amigas.
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Demora e dificuldades de obtenção de permanência definitiva dos refugiados
Mesmo com todos os documentos requisitados, o refugiado está obrigado a aguardar a tal notificação do ministério da justiça e dando lhe a possibilidade de começar esse procedimento.
A policia federal não aceita nenhuma entrada a essa permanência sem essa notificação(de MJ).
Obstaculo
Quanto tempo demoraria para que o refugiado aguardasse essa notificação de MJ ?
Se a lei é publicada já pelo jornal oficial e dá essa permissão, PORQUE TEM QUE AGUARDAR DE NOVO UMA TAL NOTIFICAÇÃO DE MJ???
Será que a policia federal é realmente bem informada na execução da lei desta permanência? O refugiado está confuso com esses detalhes que não ajudem na aplicação dessa lei e da sua influencia na facilidade de vida de um refugiado?
Se tal for o procedimento, então a aplicação da lei precisar ser reavisada para ver a sua aplicação mesmo na pratica.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
VIOLÊNCIA SE INTENSIFICA NO KIVU DO NORTE E MOBILIZIBILIZA MSF
19 de novembro de 2012 - Com a chegada dos rebeldes nos arredores de Goma, capital da província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo, dezenas de milhares de pessoas fugiram dos conflitos, deixando vilarejos e campos de refugiados vazios.
“A atmosfera na cidade é tensa. As pessoas estão preocupadas”, afirmou Grace Tang, coordenadora geral de MSF em Goma. “A luta que por meses forçou centenas de milhares de pessoas a abandonarem suas casas em outras regiões do país agora bate à porta de Goma.”
O campo de Kanyaruchinya, onde MSF está atuando, está agora vazio, depois de aproximadamente 60 mil pessoas – muitas das quais já tinham se deslocado anteriormente – terem fugido em pânico. Muitos conseguiram alcançar os campos de Mugunga III, Mugunga I e Lac Vert ou dirigiram-se para o sul, rumo aos acampamentos de Minova e Kirotche, na província vizinha de Kivu do Sul.
Segundo equipes médicas, milhares de pessoas chegaram desde ontem, desesperadas para serem registradas. As condições em muitos acampamentos são precárias, com escassa distribuição de alimentos. Os campos de Lac Vert e Mugunga I estão recebendo suporte de MSF, que oferece serviços de saúde, água e saneamento.
As equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) em campo continuam preparadas para responder a necessidades médicas adicionais e humanitárias. Equipes médicas adicionais – incluindo cirurgiões – e suprimentos já estão sendo preparados, caso haja novos conflitos e deslocamentos. O Centro de Tratamento de Cólera em Goma está sendo preparado para um influxo de novos casos, à medida que dezenas de milhares de pessoas chegam e se instalam na cidade e nas redondezas.
Em Pinga, também no Kivu do Norte, a violência volta a aumentar e, novamente, a população foge em busca de segurança
Na semana passada, conflitos armados voltaram a afetar a cidade de Pinga, na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo (RDC). A violência forçou 20 mil habitantes e a maioria dos profissionais congoleses trabalhando com Médicos Sem Fronteiras (MSF) a fugir pela segunda vez em seis semanas.
Grupos armados entraram em confronto nos últimos dias, espalhando o pânico pela região. Temendo por suas vidas, as pessoas agarraram o que puderam carregar e correram para as florestas das redondezas. Distante de suas casas e vilarejos, a população tem acesso extremamente limitado a cuidados de saúde. Alguns dos que foram feridos nos confrontos foram trazidos ao hospital administrado por MSF em Mweso, a 50 km da capital. Ali, médicos trataram 24 pacientes com traumas violentos. Outras 12 pessoas conseguiram chegar ao centro de saúde de Mpeti, a 18 km de Pinga.
“Este tipo de violência e fuga em massa está acontecendo por toda a província de Kivu do Norte. Estamos tentando responder da melhor forma possível em meio a circunstâncias muito difíceis e desafiadoras”, disse Grace Tang, coordenadora geral de MSF.
Uma equipe de profissionais qualificados permanece em Pinga e está tentando manter alguns dos serviços disponíveis no centro de saúde e no hospital da cidade, abrigando-se em uma sala protegida quando a violência torna-se muito intensa. Visitas para oferecer suporte aos centros de saúde dos vilarejos da redondeza são consideradas muito perigosas no momento.
Os conflitos em andamento no leste da RDC continuam a elevar os níveis de violência e deslocamentos, além de gerar enormes demandas humanitárias. MSF atende milhares de pessoas gratuitamente a cada mês por toda a província de Kivu do Norte em diversos hospitais, centros e postos de saúde em Rutshuru, Masisi, Mweso, Kitchanga, Walikale, Muganga I, Lac Vert, Kanyaruchinya e Pinga. Há também diversos Centros de Tratamento de Cólera (CTCs), clínicas móveis e atividades de resposta a emergências.
“A atmosfera na cidade é tensa. As pessoas estão preocupadas”, afirmou Grace Tang, coordenadora geral de MSF em Goma. “A luta que por meses forçou centenas de milhares de pessoas a abandonarem suas casas em outras regiões do país agora bate à porta de Goma.”
O campo de Kanyaruchinya, onde MSF está atuando, está agora vazio, depois de aproximadamente 60 mil pessoas – muitas das quais já tinham se deslocado anteriormente – terem fugido em pânico. Muitos conseguiram alcançar os campos de Mugunga III, Mugunga I e Lac Vert ou dirigiram-se para o sul, rumo aos acampamentos de Minova e Kirotche, na província vizinha de Kivu do Sul.
Segundo equipes médicas, milhares de pessoas chegaram desde ontem, desesperadas para serem registradas. As condições em muitos acampamentos são precárias, com escassa distribuição de alimentos. Os campos de Lac Vert e Mugunga I estão recebendo suporte de MSF, que oferece serviços de saúde, água e saneamento.
As equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) em campo continuam preparadas para responder a necessidades médicas adicionais e humanitárias. Equipes médicas adicionais – incluindo cirurgiões – e suprimentos já estão sendo preparados, caso haja novos conflitos e deslocamentos. O Centro de Tratamento de Cólera em Goma está sendo preparado para um influxo de novos casos, à medida que dezenas de milhares de pessoas chegam e se instalam na cidade e nas redondezas.
Em Pinga, também no Kivu do Norte, a violência volta a aumentar e, novamente, a população foge em busca de segurança
Na semana passada, conflitos armados voltaram a afetar a cidade de Pinga, na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo (RDC). A violência forçou 20 mil habitantes e a maioria dos profissionais congoleses trabalhando com Médicos Sem Fronteiras (MSF) a fugir pela segunda vez em seis semanas.
Grupos armados entraram em confronto nos últimos dias, espalhando o pânico pela região. Temendo por suas vidas, as pessoas agarraram o que puderam carregar e correram para as florestas das redondezas. Distante de suas casas e vilarejos, a população tem acesso extremamente limitado a cuidados de saúde. Alguns dos que foram feridos nos confrontos foram trazidos ao hospital administrado por MSF em Mweso, a 50 km da capital. Ali, médicos trataram 24 pacientes com traumas violentos. Outras 12 pessoas conseguiram chegar ao centro de saúde de Mpeti, a 18 km de Pinga.
“Este tipo de violência e fuga em massa está acontecendo por toda a província de Kivu do Norte. Estamos tentando responder da melhor forma possível em meio a circunstâncias muito difíceis e desafiadoras”, disse Grace Tang, coordenadora geral de MSF.
Uma equipe de profissionais qualificados permanece em Pinga e está tentando manter alguns dos serviços disponíveis no centro de saúde e no hospital da cidade, abrigando-se em uma sala protegida quando a violência torna-se muito intensa. Visitas para oferecer suporte aos centros de saúde dos vilarejos da redondeza são consideradas muito perigosas no momento.
Os conflitos em andamento no leste da RDC continuam a elevar os níveis de violência e deslocamentos, além de gerar enormes demandas humanitárias. MSF atende milhares de pessoas gratuitamente a cada mês por toda a província de Kivu do Norte em diversos hospitais, centros e postos de saúde em Rutshuru, Masisi, Mweso, Kitchanga, Walikale, Muganga I, Lac Vert, Kanyaruchinya e Pinga. Há também diversos Centros de Tratamento de Cólera (CTCs), clínicas móveis e atividades de resposta a emergências.
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