Le président de la République, Joseph Kabila, place la fête de l’indépendance sous
le signe d’un hommage « vibrant » que le pays doit aux Forces armées de la République démocratique du Congo (FARDC). Dans son discours prononcé dimanche 29 juin, à la veille de la célébration du 54e anniversaire de l’accession du pays à la souveraineté nationale et internationale, il a indiqué que cette fête est aussi une interpellation des générations présentes et à venir « car elle rappelle à chacun de nous l’obligation de garder notre pays libre et uni ».
A CACB foi criada com o objetivo de aproximar os imigrantes de Angola, Congo Brazzaville, República Democrática do Congo, demais povos africanos e seus descendentes que vivem no Brasil e No mundo. Entrem em contato conosco para beneficiar dos serviços da nossa plataforma através do e-mail: imprensacacb@gmail.com
segunda-feira, 30 de junho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Como estão roubando cobre da República Democrática do Congo, sem desatar a bolsa
KCC, uma subsidiária da gigante suíça Glencore, conseguiu evitar o pagamento de impostos. Por quê? Desde 2008, ela mostra consistentemente perdas, enquanto a cotação de cobre está crescendo cada vez maior.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
“O futuro do RDC representa o futuro da África”, declara o director das operações do Banco Mundial nos dois o Congo
Edificante afirmação do director das operações do Banco Mundial em RDC e à CongoBrazzaville para quem o futuro a RDC representa o de todo o continente africano incluindo o Congo democrático é chamada de ser a cabeça da locomotiva
Num ré cem entrevista, este último tem exprimé o seu optimismo quanto às perspectivas do mais grande do dois Congo, em dé clarant que “o futuro do RDC repré sinta o futuro da África”.
De uma superfície é sarna à da Europa do Oeste, o RDC é uma do é à conomies mais dinâmicos do continente africano, com uma taxa de crescimento que atingiu 8,5% em 2013, contra 2,8% apenas quatro anos anteriormente. A inflação, que apresentava uma taxa vertigineux de 53% em 2009, é tombé e à 1% em 2013. “Este desenvolvimento é conomique está à obra desde algum anné é. Não é o fruto do azar ou a possibilidade, mas é lié à adopção de políticas macroé conomiques sãos e vigorosos pelo governo congolês”, sublinha o Sr. Ouayoro.
Numeroso dé faça a aumentar
No entanto, enquanto que l'é conomie do RDC cresce a um ritmo impressionante, a taxa de pauvreté permanece muito é levé mê mim se é passé de 71% em 2005 para 63% em 2012. O país situa-se penúltima na fila da classificação do índice de dé veloppement humano (186e dos 187 países) e o seu rendimento per capita, que s'é levantava à 220 dólares em 2012, figura entre mais baixa do mundo.
“Este dé faça, não o ignoramos. São plenamente conscientes, mas é pré cisé mente devido à sua amplitude que investimo-nos plenamente para ajudar o RDC e que mobilizamos todas as alavancas da nossa acção, no plano financeiro, técnico e dos conhecimentos, para alterar esta situação”, explica o Sr. Ouayoro.
Entre este dé faça, figura nomeadamente o problema da produção e a distribuição d'é nergie: únicos 9% dos habitantes do RDC têm l'é lectricité , um número muito aquém da média do continente (31%).
domingo, 15 de junho de 2014
Máscara africana, máscara RDCongolesa,
Máscara africana, máscara RDCongolesa, Máscara pende.
#Para saber mais, contate a CACB( imprensacacb@gmail.com)
O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, reúne-se amanhã com a Presidente do Brasil Dilma
Depois de Brasília, o Chefe de Estado visita Cuba, entre 17 e 20 de Junho. O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a independência de Angola a 11 de Novembro de 1975 e Cuba fê-lo a 15 do mesmo mês. O Presidente angolano é acompanhado nesta viagem pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil, Edeltrudes Costa, pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, e pelos ministros da Energia e Águas, dos Transportes, das Finanças e da Construção. Angola e o Brasil estabeleceram o primeiro acordo de cooperação económica, técnica e científica em 1980. Em 2010, durante a presidência de Luiz Inácio “Lula” da Silva, esse acordo evoluiu para uma parceria estratégica. O acordo sofreu um ajustamento complementar para o período 2012/2014, abrangendo 22 áreas de cooperação, que vão da construção civil à saúde, educação e petróleo. Estima-se que mais de 25 mil cidadãos brasileiros residem em Angola.
BRICS anunciam banco no próximo mês
O Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, países que compõem o grupo BRICS, anunciam no próximo mês, em Brasília, a criação de um banco de desenvolvimento.A criação do banco do grupo BRICS é assunto dominante da próxima cimeira, a sexta desde a criação desta plataforma económica e comercial formada pelas cinco mais destacadas economias emergentes, que representam 25 por cento do PIB global e um mercado de 40 por cento da população mundial em quatro continentes.
A reunião marcada para os dias 15 e 16 de Julho em Fortaleza e Brasília vai ser a primeira do novo ciclo de actividade dos BRICS, cuja primeira reunião formal ocorreu em 2009, em Ecaterimburgo, na Rússia. O banco torna-se, em bom rigor, o primeiro resultado concreto deste grupo de países que pretende ser uma alternativa à dominação dos países desenvolvidos das chamadas instituições de Bretton Woods – o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Este é também um dos assuntos a serem abordados amanhã durante o encontro entre o Presidente José Eduardo dos Santos e a sua homóloga do Brasil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, em Brasília, no âmbito da visita oficial que o Chefe de Estado angolano efectua ao Brasil.
Face à sua agenda de desenvolvimento, que entra agora numa fase de mobilização de investimentos para a diversificação da economia e redução da dependência do petróleo, Angola tem sido um expectador atento ao processo de criação do banco do grupo BRICS. Isso foi perceptível com a presença do Chefe de Estado angolano, como convidado, na cimeira realizada em 2013 na cidade de Durban, África do Sul.
No encontro realizado no Fairmont Zimbali Resort, a 30 quilómetros a Norte de Durban, o Presidente José Eduardo dos Santos esteve com os líderes africanos que dialogaram com os mais altos dirigentes do grupo BRICS. Neste encontro, o projecto da Barragem do Inga, que está localizada na RDC e se estima vir a ser a maior do mundo, foi apresentado à cúpula dos BRICS, entre um conjunto de dez propostas para financiamento.
Em declarações ao Jornal de Angola, Rodrigo Azeredo Santos, chefe do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Itamaraty – Ministério dos Negócios Estrangeiros do Brasil, realçou a importância para países como Angola do BRICS e da agenda da sexta cimeira deste grupo económico. Rodrigo Azeredo Santos anunciou que a cooperação entre o BRICS e os países que não fazem parte do bloco, especialmente os africanos, é um dos pontos de destaque na agenda de trabalhos da reunião de Fortaleza. “Para nós, essa relação com África é prioritária, e com Angola, especificamente. Acreditamos que através de algumas actividades em conjunto com os BRICS, podemos levar certos benefícios à cooperação com países africanos”, referiu o chefe de departamento do Itamaraty.
Rodrigo Santos está confiante com o banco de desenvolvimento do BRICS, porque “vai proporcionar mais recursos financeiros e garantias para projectos na área de desenvolvimento social e infra-estruturas, não só nos países membros do BRICS, mas sobretudo para outros países e regiões”. África “é uma grande candidata a absorver uma parte importante dos recursos para projectos do banco do BRICS”, declarou o responsável brasileiro, antes de sublinhar o interesse dos países do BRICS em envolver países africanos ávidos por financiamentos para projectos de desenvolvimento em condições mais favoráveis.
O banco do grupo BRICS vai ter 50 mil milhões de dólares de capital inicial, com quotas iguais de 10 mil milhões para cada um dos cinco países e a garantia de oito mil milhões a ser entregue apenas em caso de necessidade. Brasil, Rússia e Índia contribuem cada um com 18 mil milhões de dólares para o Contingente de Reserva, enquanto a África do Sul dá cinco mil milhões de dólares. O maior contribuinte é a China, com 41 mil milhões de dólares. O total é de 100 mil milhões de dólares.
Durante a Cimeira de Fortaleza vai ser esclarecido se o banco de desenvolvimento vai ou não ter sócios externos ao grupo, assunto que ainda está em negociação. Na mesma altura vai ser anunciada a entidade que vai presidir ao banco e onde fica localizada a sede. Na corrida, estão as cidades de Xangai, Moscovo, Nova Delhi e Joanesburgo.
BRICS anunciam banco no próximo mês
O Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, países que compõem o grupo BRICS, anunciam no próximo mês, em Brasília, a criação de um banco de desenvolvimento.A criação do banco do grupo BRICS é assunto dominante da próxima cimeira, a sexta desde a criação desta plataforma económica e comercial formada pelas cinco mais destacadas economias emergentes, que representam 25 por cento do PIB global e um mercado de 40 por cento da população mundial em quatro continentes.
A reunião marcada para os dias 15 e 16 de Julho em Fortaleza e Brasília vai ser a primeira do novo ciclo de actividade dos BRICS, cuja primeira reunião formal ocorreu em 2009, em Ecaterimburgo, na Rússia. O banco torna-se, em bom rigor, o primeiro resultado concreto deste grupo de países que pretende ser uma alternativa à dominação dos países desenvolvidos das chamadas instituições de Bretton Woods – o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Este é também um dos assuntos a serem abordados amanhã durante o encontro entre o Presidente José Eduardo dos Santos e a sua homóloga do Brasil, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, em Brasília, no âmbito da visita oficial que o Chefe de Estado angolano efectua ao Brasil.
Face à sua agenda de desenvolvimento, que entra agora numa fase de mobilização de investimentos para a diversificação da economia e redução da dependência do petróleo, Angola tem sido um expectador atento ao processo de criação do banco do grupo BRICS. Isso foi perceptível com a presença do Chefe de Estado angolano, como convidado, na cimeira realizada em 2013 na cidade de Durban, África do Sul.
No encontro realizado no Fairmont Zimbali Resort, a 30 quilómetros a Norte de Durban, o Presidente José Eduardo dos Santos esteve com os líderes africanos que dialogaram com os mais altos dirigentes do grupo BRICS. Neste encontro, o projecto da Barragem do Inga, que está localizada na RDC e se estima vir a ser a maior do mundo, foi apresentado à cúpula dos BRICS, entre um conjunto de dez propostas para financiamento.
Em declarações ao Jornal de Angola, Rodrigo Azeredo Santos, chefe do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Itamaraty – Ministério dos Negócios Estrangeiros do Brasil, realçou a importância para países como Angola do BRICS e da agenda da sexta cimeira deste grupo económico. Rodrigo Azeredo Santos anunciou que a cooperação entre o BRICS e os países que não fazem parte do bloco, especialmente os africanos, é um dos pontos de destaque na agenda de trabalhos da reunião de Fortaleza. “Para nós, essa relação com África é prioritária, e com Angola, especificamente. Acreditamos que através de algumas actividades em conjunto com os BRICS, podemos levar certos benefícios à cooperação com países africanos”, referiu o chefe de departamento do Itamaraty.
Rodrigo Santos está confiante com o banco de desenvolvimento do BRICS, porque “vai proporcionar mais recursos financeiros e garantias para projectos na área de desenvolvimento social e infra-estruturas, não só nos países membros do BRICS, mas sobretudo para outros países e regiões”. África “é uma grande candidata a absorver uma parte importante dos recursos para projectos do banco do BRICS”, declarou o responsável brasileiro, antes de sublinhar o interesse dos países do BRICS em envolver países africanos ávidos por financiamentos para projectos de desenvolvimento em condições mais favoráveis.
O banco do grupo BRICS vai ter 50 mil milhões de dólares de capital inicial, com quotas iguais de 10 mil milhões para cada um dos cinco países e a garantia de oito mil milhões a ser entregue apenas em caso de necessidade. Brasil, Rússia e Índia contribuem cada um com 18 mil milhões de dólares para o Contingente de Reserva, enquanto a África do Sul dá cinco mil milhões de dólares. O maior contribuinte é a China, com 41 mil milhões de dólares. O total é de 100 mil milhões de dólares.
Durante a Cimeira de Fortaleza vai ser esclarecido se o banco de desenvolvimento vai ou não ter sócios externos ao grupo, assunto que ainda está em negociação. Na mesma altura vai ser anunciada a entidade que vai presidir ao banco e onde fica localizada a sede. Na corrida, estão as cidades de Xangai, Moscovo, Nova Delhi e Joanesburgo.
Hospitais na República Democrática do Congo (RDC) ainda precisa de sangue seguro
Hospitais na República Democrática do Congo (RDC) ainda precisa de sangue seguro ou bom para salvar milhares de vidas. O coordenador médico do Programa Nacional de Transfusão de Sangue (NTSP), Dr. Sylvain Yuma, afirmou sábado 14 de junho, por ocasião da celebração do Dia Mundial do Dador de Sangue. Na RDC, foi comemorado sob o tema "sangue seguro para salvar a vida das mães."
"Nós precisamos de todo o sangue coletado é devidamente testados de acordo com as orientações definidas pelos padrões nacionais. Deve ser testes sistemáticos de HIV, hepatite B e C e sífilis ", disse o Dr. Sylvain Yuma.
O sangue usado em hospitais na RDC é geralmente bom, diz ele, mas permanece o desafio de preservar essa qualidade em todos os níveis de manipulação.
"O sangue não é prescrita de qualquer maneira. Tem que ser [a sua utilização e conservação] por uma pessoa que cumpre os critérios em termos de distúrbios biológicos e clínicos ", acrescentou o Dr. Sylvain Yuma.
Em seu discurso, ele ressaltou que o dia de hoje, também, que a necessidade de sangue seguro hoje permanecem todo na RDC. Este sangue não só vai ser de boa qualidade, mas também em grandes quantidades.
Em 15 anos de existência PNTS, Dr. Sylvain Yuma revela que a RDC tem a data mobilizou 30 a 35% da quantidade de sangue necessário.
"Doadores de sangue voluntários são poucos", diz o Diretor de PNTS para explicar o baixo percentual de quantidade de sangue coletado.
Segundo ele, o tema deste ano tem um foco especial nas mulheres, porque esta categoria é considerada vulnerável, especialmente no caso de parto.
Kisangani juntos 250 bolsas de sangue
Em Kisangani, província de Orientale, da Associação de doadores voluntários representam juntos duzentos e cinqüenta bolsas de sangue. Começou quinta-feira passada, a campanha desta coleção vai continuar até a próxima segunda-feira, disse que as Associações presidente provincial federais voluntários doadores de sangue, John mondele.
Segundo ele, esse valor ainda é insuficiente como Kisangani precisa de cerca de 50unidades de sangue por dia.
Para alcançar todos os doadores voluntários, a associação tem organizado campanhas de conscientização através de um motorhome em algumas ruas da cidade Makiso. Ela também decorado quinze doadores por sua lealdade.
Esta campanha focada principalmente na conscientização, a lealdade, o sangue de colheita e à consolidação da fraternidade entre os doadores de sangue.
"A consciência foi precedida pela defesa com as autoridades e os meios de comunicação. Após esta etapa, foram coletados sangue. Foram coletados 60 sacos. Às vezes a gente siga os doadores em seus países ", disse John mondele.
RDC, a segurança do sangue a sério um problema em algumas partes do país. A falta de bancos de sangue em alguns hospitais, os pais de pacientes correr o risco de dar sangue sem ser testado. No entanto, de acordo com especialistas, o sangue deve ser testado antes de ser usado.
sábado, 14 de junho de 2014
Em angola, os Ministros da Defesa reunidos em Luanda
O Comité de Ministros da Defesa da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos analisa hoje, em Luanda, a situação da segurança no Sudão do Sul e na República Centro Africana.
Os chefes dos Estados-Maiores dos Estados-membros da organização prepararam até ontem a agenda do encontro de ministros, que vai igualmente avaliar a situação na República Democrática do Congo.
Os chefes dos Estados-Maiores, ainda na reunião de ontem, analisaram a situação administrativa e financeira, assim como o orçamento para este ano e vão informar, hoje, os ministros da Defesa sobre a situação na República Centro Africana e no Sudão do Sul.
O secretário executivo da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos, Ntumba Luaba, afirmou, na abertura da reunião, que está concluída a análise da situação de segurança na República Centro Africana.
Ntumba Luaba indicou que cinco Estados-membros da Conferência Internacional dos Grandes Lagos garantiram apoio à República Centro Africana para que regresse a paz e estabilidade.
O presidente do Comité de Estado-Maior General da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos, Geraldo Shachipengo Nunda, disse que \"os conflitos não existem só no leste da RDC, embora este seja o mais longo e complexo\". O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas pediu o esforço de todos para a solução definitiva dos conflitos. O general Nunda recomendou aos países membros que prestem particular atenção à situação na República Centro Africana e do Sudão do Sul, \"mesmo depois do acordo alcançado entre as partes em conflito naquele país\". Shachipengo Nunda assegurou que a região procura uma \"solução duradoira\" para que a paz possa reinar no seio da população e que o desenvolvimento económico numa região particularmente rica possa ser uma realidade em beneficio do seu povo. O titular da pasta da Defesa Nacional na abertura da reunião do Comite dos Chefes de Estado Maior General da Região dos grandes lagos, referiu que os países membros continuam a dar passos firmes para a consolidação das instituições democráticas e os mecanismos capazes de promover o desenvolvimento e o bem estar da população.
O ministro da Defesa Nacionalfez ainda referência à situação no leste da República Democrática do Congo, na República Centro Africana e no Sudão do Sul.
Os chefes dos Estados-Maiores, ainda na reunião de ontem, analisaram a situação administrativa e financeira, assim como o orçamento para este ano e vão informar, hoje, os ministros da Defesa sobre a situação na República Centro Africana e no Sudão do Sul.
O secretário executivo da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos, Ntumba Luaba, afirmou, na abertura da reunião, que está concluída a análise da situação de segurança na República Centro Africana.
Ntumba Luaba indicou que cinco Estados-membros da Conferência Internacional dos Grandes Lagos garantiram apoio à República Centro Africana para que regresse a paz e estabilidade.
O presidente do Comité de Estado-Maior General da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos, Geraldo Shachipengo Nunda, disse que \"os conflitos não existem só no leste da RDC, embora este seja o mais longo e complexo\". O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas pediu o esforço de todos para a solução definitiva dos conflitos. O general Nunda recomendou aos países membros que prestem particular atenção à situação na República Centro Africana e do Sudão do Sul, \"mesmo depois do acordo alcançado entre as partes em conflito naquele país\". Shachipengo Nunda assegurou que a região procura uma \"solução duradoira\" para que a paz possa reinar no seio da população e que o desenvolvimento económico numa região particularmente rica possa ser uma realidade em beneficio do seu povo. O titular da pasta da Defesa Nacional na abertura da reunião do Comite dos Chefes de Estado Maior General da Região dos grandes lagos, referiu que os países membros continuam a dar passos firmes para a consolidação das instituições democráticas e os mecanismos capazes de promover o desenvolvimento e o bem estar da população.
O ministro da Defesa Nacionalfez ainda referência à situação no leste da República Democrática do Congo, na República Centro Africana e no Sudão do Sul.
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