terça-feira, 15 de dezembro de 2015

persecução dos lideres africanos do movimento religiosos de origem africana no Brasil


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A intolerância religiosa representa, certamente, um dos problemas mais delicados em nosso planeta, onde o fanatismo religioso, tão entranhado em milhões de pessoas, conduz umas a realizarem, contra as outras, verdadeiras guerras, em nome, supostamente, de sua religião, como se fosse possível estabelecer, com isso, qual a religião "estaria com a razão".

A questão é tormentosa e envolve o ser humano em sua mais pura essência, na medida em que são colocadas em jogo sua consciência e crença.
E nesta lista, está em primeira mão as religões de origens africanas. entre ela o tal de " BUNDU DIA KONGO". Uma das religiões com origen da republica democratica do congo no Rio de janeiro, através de seus adeptos praticantes assumidos..


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A nossa redação foi informada das varias persecuções dos africanos e congoleses praticantes desta seta no Rio de janeiro.
Dentro desta lista podemos nomear, o caso do Senhor WEMBO LUNGANGA e seus membros e  outros responsaveis que vem de sofrer desta persecução.


Assinada pela jornalista - colunista associada do Blog da CACB e editora no Brasil Conexão áfrica Magazine, Prisca Nzuzi Mbamu, Mtb n° 37.004-RJ

sábado, 13 de junho de 2015

RELAÇÂO MAE E FILHO ( A) NA ÁFRICA TEM CORES AFRICANAS. PREPARAÇÂO DA BELEZA AFRICANA VISTA NO BRASIL


Questões sobre racismo, bullying nas escolas brasileiras de criança


Discutir o racismo não faz parte de projetos temáticos em 24% das escolas 
públicas do Brasil. 
Dados do questionário do Censo Escolar de 2015, aplicado pelo Instituto Nacional 
de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) com 52 mil diretores 
de escolas, mostram que em 12 mil delas não existem projetos com a temática do racismo.

Esse número, extraído do levantamento mais recente disponível, aumenta quando 
o assunto é a desigualdade social, tema que 40% das escolas não abordam 
em suas atividades pedagógicas, e diversidade religiosa. Nesse caso, as escolas 
que não incluem o tema em seus projetos sobe para 52%. Para Cida Bento, 
fundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e 
Desigualdades (Ceert), os números mostram que, 15 anos depois, a 
Lei 10.639, que determina a obrigatoriedade do ensino de história e cultura 
afrobrasileira, ainda não é uma realidade em todas as escolas.
Nesta quarta-feira (21), Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, 
o Ceert realiza um evento no Sesc 24 de Maio, no Centro de São Paulo, 
para debater os resultados da lei, com a presença da professora 
Petronilha Gonçalves, uma das responsáveis pela criação da lei, e da atriz Taís Araújo.

Poucas estatísticas

Desde 2003, todas as escolas são obrigadas por lei a ter, no currículo do ensino 
fundamental e médio, o ensino de história e cultura afro-brasileiras. Porém, 
o Brasil não tem mecanismos oficiais para garantir que a lei é cumprida, 
como acontece com outros temas, como o ensino religioso – no questionário 
do Censo Escolar aplicado pelo Inep aos diretores, existem três perguntas 
específicas sobre o ensino religioso na escola.

No Censo Escolar realizado pelo Inep, as questões sobre o racismo, as 
desigualdades sociais e a diversidade religiosa são tratadas como temas de 
projetos relacionados a "fatos que afetam a segurança" nas escolas, como 
bullying, uso de drogas e sexualidade na adolescência.


Chamada para uma união constructiva e não interesse pessoal

Veja este video e inspira-se.
https://www.facebook.com/erico.prince/videos/10205989625402326/?pnref=story