A explosão do kuduro – que se popularizou na Europa a partir de Portugal e chegou ao Brasil há alguns anos – faz dele um fenômeno cultural sem precedentes em Angola.
Como o funk carioca ou o rap paulista, o kuduro é feito por jovens de classes baixas com meios técnicos simples e baratos. “Não precisa de muitos artefatos para se produzir”, diz Dog Murras, um dos mais famosos DJs do ritmo. “Nos bairros, os jovens têm somente um computador, e costumam usar recursos baratos de produção musical, tal como Fruit Loops [programa de edição de som baixado de graça na internet]. Deixando a imaginação fluir, vão fazendo maravilhas”.
Vídeo mostra ritmo kuduro ao som de DJ Dog Murras:
Fonte: Opera Mundi
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