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![]() "Essa transição envia um forte sinal aos ditadores e tiranos da região e no mundo: eles não devem desconsiderar a voz do seu próprio povo nas eleições livres e justas e haverá consequências para os que se agarrem ao poder". O presidente em exercício da Costa do Marfim foi detido por forças leais ao seu rival Alassane Ouattara --reconhecido internacionalmente como o vencedor das eleições presidenciais--, confirmou a ONU nesta segunda-feira. A ação teve o apoio de tropas francesas e da ONU. "A missão da ONU na Costa do Marfim confirma que o ex-presidente Laurent Gbagbo se rendeu às forças de Outtara e está sob custódia", disse o porta-voz da organização, Farhan Haq. Segundo ele, a missão da ONU no país, conhecida como UNOCI, está providenciando "segurança, de acordo com seu mandato". O enviado da ONU ao país, Youssoufou Bamba, disse que Gbagbo está "vivo e bem" após sua detenção e será levado a julgamento. Gbagbo e sua mulher, Simone, foram levados ao quartel-general de Ouattara, afirmou Anne Ouloto, porta-voz do presidente reconhecido internacionalmente. Anteriormente, um assessor de Gbagbo na França havia dito que forças especiais francesas o teriam detido e entregado aos líderes da oposição rebelde. O presidente estava vivendo em um bunker na residência em Abidjan há cerca de uma semana. Depois de uma década no poder, ele se recusa a sair apesar de as Nações Unidas terem reconhecido Outtara com o presidente eleito nas eleições de novembro. REUTERS |
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domingo, 3 de julho de 2011
Hillary diz que prisão de Gbagbo envia um "sinal" a ditadores
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