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![]() Entretanto, Segundo uma fonte do Ministério do Interior, foi elaborada em 2010, uma proposta de patenteamento que teria sido aprovada uma tabela correspondente entre postos e funções aprovada no mesmo ano pelo comandante em chefe, Presidente José Eduardo dos Santos. Em função da tabela submetida ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, houve o patenteamento dos Diretores e Comandantes Provinciais no final do ano passado, onde oficiais como Dr. Carmo Neto, actual Porta-voz do Comando Geral da polícia nacional passou de primeiro superintendente-chefe a comissário por necessidade da adequação de função. O referido processo seria abrangente ao oficiais e agentes «a questão é que o processo deveria ser alargado para toda a Polícia» disse a nossa fonte. Tendo dado já naquele período grandes problemas de descontentamentos que forçou o comandante-geral Comissão Amoroso de Lemos a garantir o patenteamento do resto do pessoal em 28 de Fevereiro, data do aniversário da polícia. O que acontece é que enquanto aproximam ao aniversario da corporação o Ministro informa que não irão proceder ao reajuste. «Isto está a criar um clima de descontentamento nunca visto» disse o nosso interlocutor. O problema esta em todas as províncias, em Luanda, por exemplo, «os polícias ameaçam inclusive fazer greve, porque andaram quase um ano a espera, criaram expectativas e agora não vão cumprir, ou seja, deram apenas aos chefões e na hora dos cabornachos estão a dizer que o Mapess não disponibilizou as quotas correspondentes e não há cabimentação» frisou a fonte. A Polícia Nacional (PN) é a principal força de segurança de Angola, dependendo organicamente do Ministério do Interior. A PN concentra funções que estão, na maioria dos restantes países de língua portuguesa, repartidos por diversas organizações policiais e não-policiais distintas. Compete à Polícia Nacional: 1) Defesa da legalidade democrática; 2) Manutenção da ordem e tranqüilidade pública; 3) O respeito pelo regular exercício dos direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos; 4) Defesa da propriedade privada, colectiva e estatal; 5) A prevenção da delinqüência e o combate à criminalidade; 6) A investigação dos crimes e dos seus autores e a instrução preparatória dos processos; 7) Colaborar na política de Defesa Nacional. Angola24horas.com |
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Mau estar na Polícia: Oficiais e Agentes Unem-se para protestarem a falta de Patenteamento
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